17 maio 2009

Doido
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Quando e se a véia doida é doida
Não se longifica a rima
Que se a fala dela é fala
O raciocínio fica afetado
A coerência fica incompleta
E acaba que vem muito é bem a calhar
E é nunca que isso faz sentido
Se dizer uma coisa com umbigo
Vai rimar e não é pra rimar
O ato é ato de vomitar
Pouca uréia na urina clarinha
E se Maria Clara visse isso
Ia mandar rimar com umbigo
E ia fazer alguma coisa comigo
Pra me proteger do perigo da rima
Maria Clara é quase doida e quase santa
Ia dizer que a velha que viu
E não ia me proteger de nada

2 comentários:

Pedro Thomé disse...

eu devia ter uma coluna aqui hahaahah

Andrè disse...

porra, a ideia não era essa?