26 outubro 2009

Não me ame nunca não

Hoje em dia a carne é fraca
E a verdade mata
Quem diz é o pangaré
Feliz de um pangaré
Morre com sabor de agosto
Que é o mês do desgosto
E da desilusão
E de rimar em vão
Linda como uma uva passa
No arroz colorido
Da cor do vestido
De tom integral
Quase passo mal em ver
Decote tão intenso
Em seio tão imenso
Na minha ilusão
Quero
Eu desejo muito
Que o marido dela
Que eu imaginei
Não sofra como eu
Homem
Que eu nem sei se existe
Que eu nem sei se é triste
Que eu nem sei se deu
Condição de amor
A mulher que amei
A mulher que amo
Pelo menos hoje
Mas que nem sei se tenho
Condição de amar
A mulher bem também
Moça
Não me ame nunca
Não deseje nunca
Não permita nunca
Essa loucura não

4 comentários:

Priscila disse...

Ah, ele voltou *-*

nem acredito e voltou "frenético". rs

adorei.

ah, quinta fui ver Valentin la no CCBB, foi genial.

Andrè Dale disse...

que bom! Olha só, nem imaginava!

Joi disse...

ta demais dé

Rebeca Lopes disse...

uou