24 dezembro 2009

PAtuscada

De boca aberta,
Eu ali,
Vendo beleza essa
De sagitário,
Ficava olhando
Beleza essa
De boca aberta.

A boca aberta
De libriano
Era escancarada,
Na patuscada
Que mesmo Gandhi,
De boca aberta,
Fingiu não ver.

Quem não via
A beleza essa
Era quem fingia
Que a patuscada
Era só de Gandhi -
E ele que assumisse
A responsabilidade.

A patuscada
Era ali de todos,
Que mesmo bobos,
De bocas abertas,
Fingiam nada.
Ou fingiam tudo
De bocas fechadas.

Não sabiam eles
Que a beleza aquela
Que todos queriam
Era um pouco minha,
Por mais fantasia
Que pudesse ser
Acreditar que sim.

Duvidar que não
Era besteira alheia,
Que distanciava
Da beleza essa
Que eu me aproximava
Em decidir que sim.
E que eu paguei pra ver.

4 comentários:

Priscila disse...

De boca aberta...

gostei, muito bom!!

tava sumido =/

ah, adorei te ver na TV =]

bjaoo

luizayabrudi disse...

ele voltou! ele voltou! ele voltou!!

Gabriel Falcão disse...

Aceito o mérito pela volta do escritor.

Andrè Dale disse...

Mérito concedido, soldado.